segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O do corpo irresistível II

(...)

A caminho do carro dele fomo-nos agarrando e caindo naqueles beijos quentes. A vontade de chegar a um sítio onde fôssemos fazer tudo era enorme, mas o impulso de saltarmos um para cima do outro a cada instante também o era.
Entrámos no carro e foi como se tudo parasse a nossa volta. Sorrimos a olhar um para o outro. - E agora? -Podemos ir para minha casa, estou sozinho hoje. Sempre estamos mais à vontade... -Vamos então. Enquanto falávamos, os nossos olhares passavam pelo corpo um do outro e os nossos corpos iam-se aproximando. Quando disse para irmos, pegou na minha mão e pousou-a na pila dele. -Está ansiosa por te sentir. Beijámo-nos. Com a mão ainda lá, comecei a acariciar a pila por cima das calças. Entretanto ele apalpava as minhas mamas. Desapertei-lhe o botão, o fecho. Ele beijou-me com mais intensidade. Puxei os boxers para baixo e tirei a pila dele para fora, estava dura e eu segurei-a com a mão toda, sentindo-a bem. Ele olhou para mim e eu esbocei um sorriso inocente. Riu-se. -Não íamos para minha casa?" -Sim, já vamos... Comecei a bater-lhe uma devagarinho. Voltou a beijar-me, ansioso. Passou a mão pelo meu corpo: do pescoço desceu para apalpar as mamas, passou pela barriga, agarrou-me no cu e subiu afastando as minhas pernas para chegar à minha coninha. Começou a acariciar-me por cima das calças. Eu sentia aquele caralho a ficar ainda mais teso e cada vez desejava mais tê-lo dentro de mim... Acelerei o ritmo da punheta. -Assim não vou aguentar... -Recuperas até casa? -Recupero. Peguei na mão dele e pu-la dentro do meu sutiã. Inclinei-me para ele e comecei a beijar-lhe o pescoço, mordisquei-lhe o lóbulo da orelha e segredei -Quero que não aguentes. Beijou-me vorazmente. Com a mão com que sentia as minhas mamas, puxou-me o top para baixo e soltou-as. Sorriu e admirou-as. Apalpou-as satisfeito enquanto eu continuava a bater-lhe a punheta. Voltou a beijar-me impetuosamente. A certa altura apertou-me um mamilo e fez-me arrepiar toda. Contorci-me e acelerei. Ele agarrou a minha mama com mais força. Olhou para mim com um olhar já perdido. Eu continuei a bater-lhe, a sentir o caralho dele a palpitar nas minhas mãos. Queria que ele se viesse, queria vê-lo a ter prazer. Subi o pescoço dele com a minha língua e acabei a mordiscar-lhe a orelha novamente. Gemeu. Levantei-lhe a camisola, ele inclinou-se mais para trás. Ia beijá-lo quando fechou os olhos e voltou a gemer. Veio-se. Ver o corpo dele a contrair-se, aquele leite apetitoso a espalhar-se pela barriga fantástica que ele tinha, ouvi-lo a gemer, ainda me fez desejá-lo mais.
Enquanto se recompunha disse -Mereces uma recompensa... -Estou ansiosa por isso. Beijou-me e percorreu o meu corpo com as mãos dele. Olhou para mim a sorrir. Já estava maluquinha por tê-lo. -Vamos. -Vamos...
Fui o caminho todo até casa dele a admirá-lo. O desejo era imenso! Queria tanto sentir aquele corpo junto ao meu, as mãos dele na minha pele, a pele dele na minha boca...queria-o tanto! Ele olhava para mim e sorria. -Já tratamos de ti...

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

O do corpo irresistível I

Conheci-o nessa noite. Era amigo de uma amiga minha e conseguiu prender o meu olhar desde o primeiro momento. Talvez fosse por causa do olhar dele, ou então daquele corpo largo, musculado, irresistível...talvez das duas coisas. Ao início trocámos olhares, cada um no seu canto. Admirava-o e só de pensar em tê-lo ficava sem fôlego. Também ele me admirava. Quando reparava, sentia um calafrio. Queria-o.
Numa altura da noite fizemos um brinde todos juntos e no meio da confusão lá acabei por ficar perto dele. -Olá! -Olá... Por um momento ficámos calados, só a sorrir um para o outro. Faltavam as palavras. Ele lá desbloqueou e falámos. Ficámos a falar a noite toda. Eu não conseguia tirar os olhos daquele corpo que chamava por mim. Sempre que surgia a oportunidade, tocava-lhe. Passava a mão por aqueles peitorais e aqueles braços irresistíveis...e ficava sem fôlego, sentindo um desejo cada vez mais forte. A química sentia-se e a conversa foi inevitavelmente dar ao sexo. Falei-lhe da minha grande necessidade e ele no meio da conversa confessou que mal me viu pensou logo em sexo. A conversa ficou sugestiva, os sorrisos maliciosos, os olhares prometedores.
A certa altura ficámos calados a olhar um para o outro. Do nada, disse -Vai lá dizer às tuas amigas que vens embora comigo. Ri-me. Afastei-me, olhei-o, admirando-o, e mordi os lábios. -Vou embora contigo para onde? -Para já, para o meu carro. Depois, logo se vê... Abanei a cabeça e sorri. Ele agarrou-me pela cintura -Vai lá... Pousei as mãos nos ombros dele. Sorriu. -Não me toques...temos mesmo de sair daqui. O desejo era enlouquecedor.
Despedi-me das minhas amigas, ainda aproveitei para ir até ao wc ver se estava tudo em ordem e voltei para junto dele. -Vamos? -Vamos!
Ainda só tínhamos andado uns metros quando me puxou para ele e me beijou. Agarrava-me com força, com segurança. Um calor preenchia o meu corpo, o desejo queria ser saciado...eu queria-o...tanto! Encaminhou-me para a entrada de um prédio, uma reentrância. Continuámos a beijar-nos. Os beijos eram viciantes e a sensação das mãos dele no meu corpo e do corpo dele nas minhas mãos era arrebatadora. Ele passava as mãos pelo meu corpo, apertava-me as mamas, apalpava-me o cu, puxava-me para ele subindo as mãos pelas minhas costas e agarrava-me no pescoço, beijava-o, fazia-me estremecer, perder as forças...Comandava. E eu sentia aquelas mãos fortes em mim, o corpo musculado dele a tocar em mim e com as minhas mãos procurava sentir cada parte daquele tronco forte, daquelas costas largas, daqueles braços perfeitos, daqueles peitorais duros...O corpo dele deixava-me doida.
Numa das vezes que me beijou o pescoço, desceu. Estava a apalpar-me as mamas e desceu o meu pescoço e o meu peito com beijos até chegar a elas. Puxou o decote do top para baixo, o sutiã para o lado e com as minhas mamas soltas, chupou-as. Apertava-as com as mãos enquanto lambia e chupava as minhas mamas, encostando os dentes de vez em quando. Fazia-me ficar toda arrepiada e soltar um gemido ou outro, tentado controlar-me. Com uma mão percorria as costas dele, com a outra segurava-lhe na cabeça. Estava a sentir-me a perder o controlo. Com as duas mãos, puxei a cabeça dele para cima e beijei-o impetuosamente. Ele foi direto ao meu cu, apalpando-o enquanto me puxava para ele. Eu senti o peito dele encostado a mim e mais, senti a pila dele. Roçou-se em mim. Senti-a dura e ainda fiquei mais acelerada...queria vê-la, queria senti-la nas minhas mãos, queria senti-la na minha boca, queria senti-la em mim. Quanto eu desejava aquele homem...!
Desci a mão pelo corpo dele e apalpei-a. Estava mesmo dura. Parecia grossa e era comprida. A cabeça estava na zona do bolso e, encontrando-a sob esse tecido mais fino, massajei-a ligeiramente. Ele estava com uma mão a apalpar-me o cu e com a outra segurou o meu pescoço e beijou-o, mordiscou-o, lambeu-o, enquanto desceu a mão para a minha mama e a apalpou. Eu estremecia, agarrava o ombro dele e continuava a sentir a pila dele o melhor que conseguia. Também ele pôs o braço entre nós para chegar a mim. Encostou a mão ao gancho das calças e começou a mexê-la, a procurar tocar-me. Sentia-me sem ar, louca de desejo...
Os beijos estavam viciantes, incansáveis, envolventes, intensos. Não queria parar e ao mesmo tempo queria tanto mais. Pus as mãos no peito dele e afastei-o. -Então não íamos para o teu carro? -Sim, já vamos. De repente comecei a sentir os peitorais dele, os olhos fugiram para lá e tive de respirar fundo. Riu-se. -Estás bem? -Estou...cheia de vontade... -Vontade...? -Sim, vontade de ter tudo isto, de te ter. -Hmm...queres tudo? -Quero...quero-te. Sorriu. Deu-me um beijo de tirar a respiração enquanto me segurava contra ele. Deixei-me levar naquele beijo, passei as mãos pelas costas dele e puxei-o também para mim. Parou. Olhou-me nos olhos. -Também eu te quero...toda. Sorri. -Aqui? -Não, vamos para o meu carro.

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sábado, 19 de maio de 2012

Um bom amigo de infância II

Quando fomos para a faculdade afastámo-nos, raramente estávamos juntos e então mantinhamos o contato mais por mensagens e messenger. Durante um tempo estivemos os dois comprometidos e entretanto perdemos a virgindade. No momento em que nos vimos solteiros, as nossas conversas tornaram-se mais intensas. Trocávamos mensagens a descrever o que tínhamos vestido, como o tirávamos, o que nos esperava por baixo da roupa, o que queríamos fazer, como o queríamos fazer...e tocávamo-nos enquanto falávamos um com o outro. Sempre que calhava de nos encontrarmos com os restantes amigos, trocávamos olhares cúmplices, voltávamos às bocas do costume. O que os outros não sabiam era que desta vez estávamos mesmo dispostos a fazer as coisas acontecerem.
Um dia, depois de trocarmos umas mensagens mais quentes, ele disse que estava sozinho em casa essa noite e sugeriu que eu fosse até lá "mostrar do que realmente era capaz". Quando recebi a mensagem dele a dizer isto, fiquei imediatamente nervosa, mas acabei por ceder. Não queria perder a oportunidade, o desejo falava mais alto.
Ao final da tarde tomei um bom banho, certifiquei-me de que estava perfeitamente apresentável e escolhi a lingerie. Para ele era vermelha. Umas cuequinhas asa delta de renda e o soutien a condizer. Por cima, uma camisola fina, umas calças justinhas e umas botas de tacão alto. Mal consegui comer ao jantar de tão ansiosa que estava. Mais ao final da noite recebi uma mensagem dele a perguntar se sempre ia lá ter. "Estou só à espera que digas quando..." - "Por mim já cá estavas...vem!" Fui.
Cheguei e toquei à campainha. Ele veio-me abrir o portão com os olhos a brilhar e um sorriso estampado na cara. Também eu estava assim...a ansiedade era muita. Aquela noite já tinha sido imaginada pelos dois tantas vezes...! Seguimos até à porta de casa. Mal fechou a porta, encostei as mãos ao peito dele e perguntei "Então, é hoje que vamos finalmente por tudo em prática?" - "Mal posso esperar!" Agarrou-me pelo rabo para junto dele e beijou-me intensamente. As mãos dele agarravam o meu cu como se nunca tivessem sentido um na vida e puxavam-me para ele. Os beijos eram envolventes, ele agarrava-me, eu agarrava-o, as nossas respirações já começavam a ser ofegantes e mal tínhamos começado. A vontade era imensa...
Começou a encaminhar-me para a sala. Chegados lá, tirou-me a camisola. Agarrou nas minhas mamas e aterrou com a cara nelas. Afastou o soutien e chupou-as uma a uma, lambeu os meus mamilos até ficarem duríssimos e depois mordiscou-os levemente...fez-se sentir. Entretanto olhava para mim, sorria e perguntava "Gostas?" Eu sorria, deixava-me levar pelas sensações que ele me provocava, os arrepios, os calores,...e agarrava na cabeça dele para que continuasse e soubesse que sim, gostava...
Virou-me de costas para ele e encostou o meu cu a ele, fazendo-me sentir aquele pau a endurecer dentro das calças. Desapertou as minhas calças, meteu a mão por dentro das cuequinhas e começou a masturbar-me. Eu mexia o meu cu contra a pila dele numa luta inquietante, enquanto me contorcia com o prazer que ele me ia dando. Beijava-me o pescoço e mordia-me o lóbulo da orelha, arrepiando-me e intensificando as sensações. "É assim que gostas?" - "É...assim gosto muito..." Baixou-me as calças e agarrou no meu cu, apreciando-o. Apalpou-o e deu-lhe uma palmadinha. Depois voltou a puxar-me para ele. Eu não o deixei encostar-me completamente porque entretanto já estava a abrir as calças dele. Estava de costas, mas quando segurei na pila dele não resisti a virar-me para a ver, para a admirar. Baixei as calças e os boxers dele e comecei a bater-lhe uma. Ele rapidamente me virou de costas. "Ainda não acabei..." Voltou a masturbar-me. Massajava-me o clitóris devagarinho, fazendo com que eu desejasse mais. Eu voltei a pegar na pila dele de costas e continuei a bater. Ia sentindo-a a tocar no meu cu e adorava a sensação. Ele começou a acelerar-me. Eu acompanhava o ritmo com a pila dele, contorcia-me roçando-me nele, beijava-o, mordia-o, desejava-o. Imaginava e ansiava aquele pau dentro de mim...Agarrou-me numa mama e apertou o mamilo. Quase instantaneamente, vim-me. Ele virou a minha cara para ele para ver a minha expressão. Sorriu satisfeito. Sorri. Acelerei a punheta. Beijou-me. Meteu um dedo dentro de mim. Logo de seguida, meteu dois, já estava bem molhadinha...O desejo crescia a cada investida dele...
Mostrou-me um preservativo. "Metes com a boca?" - "Hum-hum." - "Quero ver." Ajoelhei-me. Abri-o, meti-o na cabeça e acompanhei-o com a minha boca devagarinho até ao final da pila enquanto segurava nela com uma mão. Olhei para ele, os olhos dele brilhavam. "É só isso que fazes?" Só abanei ligeiramente a cabeça, sem tirar a pila da boca. Apertei os lábios para o sentir melhor e comecei a chupá-lo. Era um alívio sentir a pila dele a preencher a minha boca. Ia chupando-a até ao fim, acelerando o ritmo pouco a pouco. De vez em quando olhava para ele, queria vê-lo a admirar o trabalho da minha boca. Com a mão livre comecei a acariciar-lhe os tomates. Tirei a pila da minha boca e lambia com força, deixei-a bater na minha língua. Depois lambi os tomates dele e chupei-os levemente. Ele puxou-me os cabelos para trás e apreciou a vista. Olhei para ele. Estava a olhar para o que eu estava a fazer perfeitamente envolvido. Voltei para a pila e metia toda dentro da minha boca. Ele agarrou-me nos cabelos comandando-me e fez o ritmo enquanto eu o chupava com gosto. Ouvia a respiração dele ofegante e um gemido ou outro que deixava fugir e ainda tinha mais vontade de lhe dar prazer.
Tirou a pila da minha boca. "Quero-te já". Puxou-me para ele e beijou-me. Tirou o meu sutiã e chupou-me as mamas. Arrepiei-me toda. Agarrei-o. Também eu o queria...tanto! Virou-me de costas para ele e inclinou-me. Apoiei-me no braço do sofá e empinei-me para ele. Agarrou-me no cu. Apontou a pila dele para mim. Sentia-me a ficar mais molhadinha só de a sentir a tocar-me. Entrou. Um calor percorreu o meu corpo todo...tinha finalmente o caralho dele dentro de mim. Começou devagar mas profundamente, com trancadas fortes. O meu corpo reagia a cada uma com contrações, contorções e gemidos. Ele agarrava no meu cu e apalpava-o, sentia-o. À primeira aceleração senti o prazer a crescer, empinei-me mais, fui eu contra ele,...desejava-o tanto... Não foi preciso acelerar muito para que eu atingisse o clímax. Um orgasmo forte e longo tomou conta de mim, fez-se sentir por todo o meu corpo com arrepios, calores, explosões. Mal conseguia manter os olhos abertos, mas olhei para ele. Queria que visse o que tinha causado. "Queres mais?" - "Quero..." Passou a foder-me mais rápido. Agarrava e puxava o meu cu para ele. Entrava e saía de dentro de mim com força. Eu estava à disposição dele. Contorcia-me, senti-o, gemia, e tinha tanto prazer...vinha-me vezes sem conta, deixava-me tomar por ele. Pela pila dele que entrava e saía como queria, que se oferecia toda no seu esplendor para me dar prazer. Pelas mãos dele que tratavam do meu cu, que vinham apalpar as minhas mamas, puxar os meus mamilos, que voltavam a descer e brincavam com o meu clitóris até que eu me voltasse a vir. Pelo olhar dele que brilhava, que desafiava, que seduzia, que não largava o meu corpo. Pelas palavras que soltava, atiçando-me, fazendo-me desejá-lo mais. Entregava-me a ele. Empinava o meu cu, que se mexia engolindo a pila dele, que dançava para ele. Olhava para ele para que me visse a ter todo aquele prazer. Respondia às provocações tanto quanto conseguia. E gemia... Ele fodia-me com tudo o que tinha sem cessar.
Pegou no meu cabelo e puxou-me até à boca dele. Susurrou-me "Ainda te quero foder muito. Aguentas?" - "Aguento tudo o que me quiseres dar..." Mordeu-me o pescoço. Arrepiei-me toda. Tirei-o de dentro de mim e empurrei-o para o sofá. Caiu sentado. Tirei o resto de roupa que ainda tinha e ajoelhei-me de frente em cima dele. Meti a pila dele dentro de mim devagarinho. "Também quero foder-te." - "Acho bem...mas depois voltas para mim, que eu ainda te quero partir toda." Beijei-o. Comecei a mexer-me em círculos. Ele pôs as mãos no meu cu e acompanhou o movimento. Mordi-lhe o lóbulo da orelha e comecei a mordiscar-lhe o pescoço. Ouvia-o a gemer bem baixinho. Acelerei os movimentos. Ele agarrou o meu cu com mais força e a respiração dele tornou-se mais ofegante. A minha também. Ele começou a mordiscar-me o pescoço. Estava a senti-lo a tocar-me em todos os pontos lá dentro. Não conseguia parar. O calor estava a subir, o prazer a chegar...vim-me. Abrandei. Ainda com contrações do orgasmo, apoiei uma mão num ombro dele e a outra num joelho e comecei a mexer-me para a frente e para trás. Ele agarrou-me nas mamas e começou a brincar com os meus mamilos. Eu ia-me contorcendo à medida que sentia sensações agudas provocadas pelas mãos dele associadas às intensas provocadas pela foda. Ondas de calor e arrepios percorriam o meu corpo. Gemia de prazer, tanto prazer... Via-o a contorcer-se também, a olhar para mim, a morder o lábio. Apoiei-me só nos joelhos dele. Ele desceu a mão para o meu clitóris. O acréscimo do prazer dele a massajar-me o clitóris levou-me a loucura, não resisti muito tempo. Voltei a vir-me, a contorcer-me, gritei. Encostei-me a ele e acelerei. Queria fodê-lo, queria vê-lo louco. As mãos dele voltaram a acompanhar os movimentos do meu cu. Beijámo-nos. As nossas respirações estavam ofegantes, os nossos gemidos não resistiam a sair, os nossos olhares cheios de prazer cruzavam-se, as nossas mãos sentiam-nos, os nossos corpos não se largavam. Eu não parava, mantinha o ritmo rápido, vinha-me e continuava, sentindo o prazer do orgasmo e o prazer da foda ao mesmo tempo. Não queria parar, queria foder. Ouvi-o "Ai...assim não consigo aguentar...!" - "Então poupo esta?...Ou damos outra a seguir?" Lambi e mordi-lhe o lóbulo da orelha. "Damos outras a seguir..." Agarrou no meu cu com toda a força e puxou-o para ele, veio contra mim, fodemos um contra o outro, num ritmo desenfreado. Eu agarrava-me às costas dele e tentava continuar a mordiscar-lhe o pescoço. O prazer era enorme, a foda era intensa, o calor constante, os gemidos descontrolados...Veio-se. Vim-me com ele.
Deitámo-nos. Ficámos nus no sofá a beijarmo-nos com os corpos junto um do outro. As mãos iam percorrendo os corpos quentes. As sensações estavam à flor da pele. Não demorou muito até ele se recuperar e voltarmos a foder. Ainda fodemos mais duas longas vezes essa noite. Todas intensas, loucas, entregues. A promessa dele foi cumprida, partiu-me toda. O prazer foi imenso e acabei a noite plenamente satisfeita.
Entretanto ele começou a namorar e não voltámos a repetir. Mas mantemos o contato, a amizade e as brincadeiras continuam..."Ai quando eu estiver solteiro...! Vai ser até não aguentares mais!" Vamos lá ver...

terça-feira, 17 de abril de 2012

Um bom amigo de infância I

Já éramos amigos há muitos anos. Quando chegámos à adolescência surgiu uma forte atração entre nós. Ele sabia como eu era, o quanto adorava sexo. E eu sabia que sempre que falávamos nisso ele ficava em pulgas. Os olhos brilhavam, o sorriso era constante e picava-me o tempo todo, querendo prolongar a conversa. Nas noites em que saíamos juntos, agarrávamo-nos na brincadeira, ele apalpava-me, eu mordia-o, mas sempre ficámos por aí. Picávamo-nos o tempo todo, mandávamos bocas um ao outro, mas não passava disso. Aliás, nessa altura, ainda éramos os dois virgens.
Um dia fomos até ao shopping juntos. Passámos a tarde nas compras e lembro-me de lancharmos gelados e de ele estar o tempo todo a meter-se comigo por causa da maneira como o lambia e chupava. A certa altura até comecei a fazê-lo de forma escandalosamente sexual só para o deixar desconfortável. Ele só mordia os lábios e abanava a cabeça. Rimo-nos bastante. Saímos do shopping de autocarro para irmos até casa dele, porque tinham ficado de me ir lá buscar. Era final da tarde e o autocarro vinha cheio, então tivemos de ficar quase colados um ao outro. A tensão sexual entre nós era enorme. Quando me apanhava distraída, apalpava-me o cu e ria-se. Eu dizia logo "Estás maluco? Está quieto!" - "Não tenho culpa, tu é que te viras toda para mim...!" Ríamo-nos. "Sou assim tão irresistível, é?" - "Hmm...às vezes, às vezes..." Foi o caminho todo assim.
Chegámos a casa dele e pusemo-nos no sofá a ver tv. A conversa não demorou muito a descambar. Falávamos sobre sexo, sobre quantas vezes nos masturbávamos. E ele perguntava se eu tinha algum dildo ou se era ao natural. Riamo-nos para quebrar a tensão da conversa, mas estávamos os dois bastante entretidos e eu via os olhos dele a brilhar, via-o em êxtase. Já não me lembro porquê, ele começou a fazer-me cócegas. Eu contorcia-me toda e só lhe dizia para estar quieto. Como é óbvio, as mãos dele começaram a "fugir" para outras partes. Começou a apalpar-me e a puxar-me para ele. Ríamo-nos e a certa altura ficámos mesmo cara a cara. Com um beijo, explodimos.
As mãos dele começaram a agarrar-me com mais certeza. Eu sentei-me ao colo dele e agarrei-me ao pescoço dele. Beijávamo-nos completamente envolvidos pelo desejo. Passei-lhe as mãos pelas costas, pelo peito, pelos braços...senti-o quase homem. Ele agarrava-me no cu e passado um pouco começou a apalpar-me as mamas. Naquela altura mal eu sabia o que era isso, e com a vontade toda que tinha acumulada de estar com ele, sentia-me a ficar quente, a ficar molhadinha. Beijávamo-nos impetuosamente, as nossas respirações estavam ofegantes enquanto tentávamos compensar ao máximo todos aqueles momentos em que desejávamos ter explodido daquela maneira. Passei as mãos pelo pescoço dele e vi-o a arrepiar-se. Então beijei-lhe o pescoço, mordisquei-lhe a orelha...vi-o a reagir a cada toque meu. Mordeu os lábios. Deitou-me e deitou-se ao lado. Puxou a minha perna para cima dele e meteu a mão por baixo da minha t-shirt, desapertando o sutiã. Apalpou as minhas mamas com prazer. Apertou-me um mamilo e eu soltei um leve gemido. Puxei-o para mim com a minha perna e senti-o duro. Não resisti a roçar-me nele, tinha de o sentir. Agarrávamo-nos, beijávamo-nos loucamente, era puro fogo. Ele descobria o meu corpo e parecia querer-me cada vez mais. Eu sentia-o e desejava-o de uma forma totalmente nova.
De tão agitados que estávamos, rolámos para o chão. Não parámos. Ele puxou a minha t-shirt para cima e chupou-me as mamas. Foi a primeira vez que mo fizeram. Contorci-me, fiquei sem fôlego, soltei pequenos gemidos de prazer. Ele mordeu-me. Eu agarrei-o. Voltou a beijar-me. Encostou-se a mim e fez a pila tesa dele roçar em mim. Eu sentia-me molhadinha, estimulada, estava louca de tesão. Nunca me tinham deixado assim...
Beijava-o, agarrava-o, sentia-o. Mordiscava-lhe o pescoço fazendo-o arrepiar-se. Via-o a olhar para mim como nunca o tinha visto...já não era aquela excitação das conversas, era o prazer da concretização.
Com a mão, percorreu o meu peito, a minha barriga e foi até ao botão das minhas calças. Olhou para mim. Eu só consegui sorrir, nervosa. Sorriu de volta. E desapertou o botão. Eu estava com o coração aceleradíssimo, mas não queria parar, não podia parar de sentir tudo aquilo...Beijou-me e ao mesmo tempo desceu a mão por dentro das minhas calças. Mal senti os dedos dele em mim, mesmo por cima das cuequinhas, um calor intenso percorreu todo o meu corpo, senti-me a palpitar. Certamente já estava toda molhadinha. Ele mexeu um pouco os dedos e o meu corpo não resistiu. Contorci-me, libertei-me, gemi. Era o primeiro orgasmo oferecido por outra pessoa...inesquecível. Ele olhou para mim e sorriu, orgulhoso pelo que tinha acabado de provocar. Eu mordi os lábios e sorri de volta. Com a mão, fui procurar a pila dele, que já tinha sentido tesa. Quando comecei a apalpá-la ainda por cima das calças, contraiu-se, ficou sem fôlego, surpreendido. Deu-me um beijo profundo enquanto eu o sentia e não tirou as mãos de mim. Eu estava ansiosa por poder retribuir o orgasmo que me tinha dado. Comecei a abrir o botão...mas...
O meu telemóvel tocou. Já estavam à porta para me ir buscar, tinha de sair. Os nossos olhares diziam tudo: porquê agora? Descontentes, lá nos tivemos de despedir. Tive de me recompor à pressa, tentando disfarçar o êxtase em que me encontrava. Prometemos manter segredo e assim o fizemos.
Nessa noite, na cama, revivi aquela tarde e fui mais além. Senti-o em mim. No dia seguinte contei-lhe e ele confessou ter feito o mesmo. Continuámos com as nossas brincadeiras do costume, mas tão cedo não voltámos a estar juntos...e assim se passaram alguns anos.

(...)