(...)
Quando chegámos a casa dele já eu estava com o coração aceleradíssimo. Apetecia-me senti-lo a cada instante. Entrámos na sala e ele ofereceu-me qualquer coisa para comer. -Não, obrigada...só te quero a ti. Sorri. Ele riu-se e aproximou-se. Reparei nos olhos dele a percorrerem o meu corpo. Pôs as mãos na minha cintura e puxou-me para ele. -Não me esqueci da tua recompensa. Com uma agarrou-me no cu e com a outra segurou-me no pescoço. Começou a beijá-lo levemente, dava-lhe beijos molhados, fazendo-me ficar toda arrepiada. Eu agarrava-me às costas dele, tentando não perder o controlo. Daí subiu até à minha orelha e sussurrou -Vou foder-te toda... Soltei um gemido. Ele agarrou-me com mais segurança e beijámo-nos com fome um do outro. Com as mãos explorávamos os corpos, tentando sentir cada vez mais. As minhas mãos perdiam-se naquelas costas enormes fantásticas, naqueles ombros musculados e naqueles peitorais que me tiravam o fôlego, e as dele apreciavam todas as minhas curvas, passeando levemente e depois agarrando com força, possuindo cada parte do meu corpo. Eu sentia-o e a cada movimento dele ficava mais ansiosa, mais desejosa, louca de tesão!
Levantou-me e sentou-me em cima da mesa. Puxou o meu top para baixo e tirou-me o sutiã. Os meus mamilos arrebitaram-se, chamando por ele. Ele respondeu imediatamente. Agarrou nas minhas mamas e dedicou-se a cada uma delas, fazendo-me arrepiar-me todinha enquanto enchia os olhos a vê-lo. Via a língua dele a lamber os meus mamilos devagar, começando em círculos à volta que ficavam cada vez mais pequenos até chegar ao mamilo e me fazer gemer. Depois chupava-os enquanto apalpava as mamas e mordiscava-os, fazendo-me contorcer-me. A minha respiração já estava ofegante quando ele começou a tirar-me as calças. Não parava de me beijar enquanto o fazia, não me permitia sair daquele estado intenso de tesão. Quando as tirou, começou a passar os dedos pelo interior das minhas coxas, travando mesmo antes de chegar à minha coninha e voltando para trás, torturando-me. Eu sentia ondas de calor a percorrerem o meu corpo e contorcia-me toda, agarrava-o, suplicava com o olhar para que me desse mais. Quando me tocou, contraí-me. Soltei um gemido mais alto e um sorriso surgiu na minha cara. Olhou-me nos olhos enquanto me masturbava. Passava os dedos levemente pelo meu clitóris, devagar. Eu não tirava os olhos dos dele e mordia os lábios, passava as mãos pelo meu pescoço, pelo meu peito, pelas minhas mamas...sentia-me com ele. Acelerou. Não aguentei. Olhos nos olhos, vim-me. Estremeci todinha. Sorrimos.
Empurrou-me mais para trás. Afastou mais as minhas pernas e começou a dar pequenas lambidelas à volta da minha coninha. Eu não tirava o sorriso da cara e contorcia-me, continuando a passar as mãos pelo meu corpo. Sentia-me toda molhadinha e só queria que a boca dele tocasse em mim. Olhou-me nos olhos e lambeu devagarinho o meu clitóris. Contraí-me. Continuou a lambê-lo e a olhar para mim em tom provocador. Eu não tirava os olhos dele. Via-o a lamber-me todinha e a deliciar-se com o meu mel. Isso ainda me excitava mais. Já não conseguia controlar-me, gemia e vinha-me com orgasmos prolongados provocados pela passagem daquela língua atenciosa por toda a minha coninha. Meteu dois dedos e fez-me gemer mais alto e agarrar nos meus cabelos. Olhei para ele. Estava a olhar para mim com um sorriso malicioso e metia dois dedos enquanto me lambia, virou-os para dentro procurando o meu ponto G. Pouco depois senti um orgasmo que me tirou a respiração e fez virem-me lágrimas aos olhos. Encontrou-o. Contorcia-me toda, mordia os lábios, passava as mãos pelo meu corpo, agarrava as minhas mamas,...e vinha-me vezes sem conta. Tinha orgasmos fortes que me faziam contrair-me e arrepiar-me toda. Estava doida de prazer...agora queria-o dentro de mim. Ofegantemente disse-lhe -Anda... -Vou onde? -Foder-me. -Calma...
Levantou-se e tirou o caralho para fora. Sorri. Queria-o tanto...! Eu estava deitada na mesa e ele pôs-se de pé ao meu lado e deu-me a pila para a mão. Comecei a acariciá-la, voltei a senti-la a preencher a minha mão e de tão perto que estava só me apetecia pô-la na boca. Ele continuava a tocar-me e a fazer-me sentir aquele prazer intenso. Sentir a pila dele só o intensificava mais. Olhava para ela com um desejo louco. Com a outra mão procurei a minha carteira e tirei um preservativo. Riu-se e pegou nele. Depois de o pôr ia preparar-se para entrar em mim, mas eu não resisti. Afastei-o, desci da mesa e pus-me de joelhos. Tinha de chupar aquele caralho que chamava por mim desde o primeiro toque. Ele segurou-me nos cabelos. Chupei-o com gosto. Meti-o todo na minha boca e ouvi-o gemer. Olhava para ele com o caralho na boca e via-o a enlouquecer. Eu queria-o louco.
Fez-me levantar-me, virou-me de costas e encostou-me à mesa. Agarrou-me pela cintura e sem demoras entrou dentro de mim. Uma onda de calor percorreu o meu corpo. Gemi. Sentia a pila dele a entrar e a sair de dentro de mim com trancadas fortes e profundas e não conseguia conter os gemidos. À terceira vim-me. Ele agarrava-me no cu enquanto me fodia e ia procurando as minhas mamas para me apertar os mamilos. Eu arrepiava-me toda e já me vinha descontroladamente com ele. Puxava-me para ele pelas mamas e mordiscava-me o pescoço enquanto me empurrava contra a mesa. Eu procurava tocar-lhe, mas perdias as forças quando ele acelerava, quando me tocava, quando me apertava os mamilos, quando me dava palmadas no cu... Já estava louca! Empinava o cu para ele, agarrava na mesa, apalpava as mamas, puxava os cabelos,...perdia a cabeça. E olhava para ele enquanto gemia, agradecendo-lhe o prazer que me estava a dar. Ele tinha um sorriso malicioso na cara e os olhos a brilhar...
A certa altura pegou numa cadeira e sentou-se. Puxou-me pelo cu para cima dele. Sentei-me devagar, sentindo cada centímetro daquele caralho que entrava dentro de mim, deliciando-me. Arrepiei-me. Ele puxou-me pelos cabelos até ele e disse-me ao ouvido -Fode-me. Sorri. Comecei a fazê-lo entrar e sair, primeiro devagar, arrepiando-me sempre que o punha todo, e depois fui acelerando. Ele passava as mãos pelo meu cu e dava uma palmada de vez em quando. Eu gemia, contorcia-me, mas não parava. Fez com que me encostasse a ele. Com uma mão puxava o colo, aprofundando cada trancada, e com a outra apalpava-me as mamas. Beijámo-nos. Desceu a mão até ao meu clitóris. Tive de parar de o beijar para soltar um gemido mais alto. Eu continuava a fodê-lo e ele não parava de me masturbar. Contorcia-me toda, cheia de prazer. Contraí-me e soltei um grito. O meu corpo arrepiou-se todo e foi como se tivesse apagado por milésimas de segundo. Tive um orgasmo tão intenso...! Não consegui retomar imediatamente, mas ele ajudou-me. Agarrou na minha cintura e seguiu os meus movimentos. Recuperei as forças e acelerei. Senti-o a agarrar-me cada vez com mais força. Voltou a puxar-me para ele e beijou-me. Eu continuava acelerada. O meu corpo já estava repleto de prazer, vinha-me vezes sem conta, mas não queria parar, queria fodê-lo. Segurou-me no cu com imensa força e gritou. Veio-se.
Ficámos uns minutos assim. Com a respiração ofegante a ir voltando ao normal, com os nossos corpos a acalmarem, com as forças a voltarem aos poucos.
Foi a primeira vez de algumas...
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
O do corpo irresistível II
(...)
A caminho do carro dele fomo-nos agarrando e caindo naqueles beijos quentes. A vontade de chegar a um sítio onde fôssemos fazer tudo era enorme, mas o impulso de saltarmos um para cima do outro a cada instante também o era.
Entrámos no carro e foi como se tudo parasse a nossa volta. Sorrimos a olhar um para o outro. - E agora? -Podemos ir para minha casa, estou sozinho hoje. Sempre estamos mais à vontade... -Vamos então. Enquanto falávamos, os nossos olhares passavam pelo corpo um do outro e os nossos corpos iam-se aproximando. Quando disse para irmos, pegou na minha mão e pousou-a na pila dele. -Está ansiosa por te sentir. Beijámo-nos. Com a mão ainda lá, comecei a acariciar a pila por cima das calças. Entretanto ele apalpava as minhas mamas. Desapertei-lhe o botão, o fecho. Ele beijou-me com mais intensidade. Puxei os boxers para baixo e tirei a pila dele para fora, estava dura e eu segurei-a com a mão toda, sentindo-a bem. Ele olhou para mim e eu esbocei um sorriso inocente. Riu-se. -Não íamos para minha casa?" -Sim, já vamos... Comecei a bater-lhe uma devagarinho. Voltou a beijar-me, ansioso. Passou a mão pelo meu corpo: do pescoço desceu para apalpar as mamas, passou pela barriga, agarrou-me no cu e subiu afastando as minhas pernas para chegar à minha coninha. Começou a acariciar-me por cima das calças. Eu sentia aquele caralho a ficar ainda mais teso e cada vez desejava mais tê-lo dentro de mim... Acelerei o ritmo da punheta. -Assim não vou aguentar... -Recuperas até casa? -Recupero. Peguei na mão dele e pu-la dentro do meu sutiã. Inclinei-me para ele e comecei a beijar-lhe o pescoço, mordisquei-lhe o lóbulo da orelha e segredei -Quero que não aguentes. Beijou-me vorazmente. Com a mão com que sentia as minhas mamas, puxou-me o top para baixo e soltou-as. Sorriu e admirou-as. Apalpou-as satisfeito enquanto eu continuava a bater-lhe a punheta. Voltou a beijar-me impetuosamente. A certa altura apertou-me um mamilo e fez-me arrepiar toda. Contorci-me e acelerei. Ele agarrou a minha mama com mais força. Olhou para mim com um olhar já perdido. Eu continuei a bater-lhe, a sentir o caralho dele a palpitar nas minhas mãos. Queria que ele se viesse, queria vê-lo a ter prazer. Subi o pescoço dele com a minha língua e acabei a mordiscar-lhe a orelha novamente. Gemeu. Levantei-lhe a camisola, ele inclinou-se mais para trás. Ia beijá-lo quando fechou os olhos e voltou a gemer. Veio-se. Ver o corpo dele a contrair-se, aquele leite apetitoso a espalhar-se pela barriga fantástica que ele tinha, ouvi-lo a gemer, ainda me fez desejá-lo mais.
Enquanto se recompunha disse -Mereces uma recompensa... -Estou ansiosa por isso. Beijou-me e percorreu o meu corpo com as mãos dele. Olhou para mim a sorrir. Já estava maluquinha por tê-lo. -Vamos. -Vamos...
Fui o caminho todo até casa dele a admirá-lo. O desejo era imenso! Queria tanto sentir aquele corpo junto ao meu, as mãos dele na minha pele, a pele dele na minha boca...queria-o tanto! Ele olhava para mim e sorria. -Já tratamos de ti...
(...)
A caminho do carro dele fomo-nos agarrando e caindo naqueles beijos quentes. A vontade de chegar a um sítio onde fôssemos fazer tudo era enorme, mas o impulso de saltarmos um para cima do outro a cada instante também o era.
Entrámos no carro e foi como se tudo parasse a nossa volta. Sorrimos a olhar um para o outro. - E agora? -Podemos ir para minha casa, estou sozinho hoje. Sempre estamos mais à vontade... -Vamos então. Enquanto falávamos, os nossos olhares passavam pelo corpo um do outro e os nossos corpos iam-se aproximando. Quando disse para irmos, pegou na minha mão e pousou-a na pila dele. -Está ansiosa por te sentir. Beijámo-nos. Com a mão ainda lá, comecei a acariciar a pila por cima das calças. Entretanto ele apalpava as minhas mamas. Desapertei-lhe o botão, o fecho. Ele beijou-me com mais intensidade. Puxei os boxers para baixo e tirei a pila dele para fora, estava dura e eu segurei-a com a mão toda, sentindo-a bem. Ele olhou para mim e eu esbocei um sorriso inocente. Riu-se. -Não íamos para minha casa?" -Sim, já vamos... Comecei a bater-lhe uma devagarinho. Voltou a beijar-me, ansioso. Passou a mão pelo meu corpo: do pescoço desceu para apalpar as mamas, passou pela barriga, agarrou-me no cu e subiu afastando as minhas pernas para chegar à minha coninha. Começou a acariciar-me por cima das calças. Eu sentia aquele caralho a ficar ainda mais teso e cada vez desejava mais tê-lo dentro de mim... Acelerei o ritmo da punheta. -Assim não vou aguentar... -Recuperas até casa? -Recupero. Peguei na mão dele e pu-la dentro do meu sutiã. Inclinei-me para ele e comecei a beijar-lhe o pescoço, mordisquei-lhe o lóbulo da orelha e segredei -Quero que não aguentes. Beijou-me vorazmente. Com a mão com que sentia as minhas mamas, puxou-me o top para baixo e soltou-as. Sorriu e admirou-as. Apalpou-as satisfeito enquanto eu continuava a bater-lhe a punheta. Voltou a beijar-me impetuosamente. A certa altura apertou-me um mamilo e fez-me arrepiar toda. Contorci-me e acelerei. Ele agarrou a minha mama com mais força. Olhou para mim com um olhar já perdido. Eu continuei a bater-lhe, a sentir o caralho dele a palpitar nas minhas mãos. Queria que ele se viesse, queria vê-lo a ter prazer. Subi o pescoço dele com a minha língua e acabei a mordiscar-lhe a orelha novamente. Gemeu. Levantei-lhe a camisola, ele inclinou-se mais para trás. Ia beijá-lo quando fechou os olhos e voltou a gemer. Veio-se. Ver o corpo dele a contrair-se, aquele leite apetitoso a espalhar-se pela barriga fantástica que ele tinha, ouvi-lo a gemer, ainda me fez desejá-lo mais.
Enquanto se recompunha disse -Mereces uma recompensa... -Estou ansiosa por isso. Beijou-me e percorreu o meu corpo com as mãos dele. Olhou para mim a sorrir. Já estava maluquinha por tê-lo. -Vamos. -Vamos...
Fui o caminho todo até casa dele a admirá-lo. O desejo era imenso! Queria tanto sentir aquele corpo junto ao meu, as mãos dele na minha pele, a pele dele na minha boca...queria-o tanto! Ele olhava para mim e sorria. -Já tratamos de ti...
(...)
quinta-feira, 21 de junho de 2012
O do corpo irresistível I
Conheci-o nessa noite. Era amigo de uma amiga minha e conseguiu prender o meu olhar desde o primeiro momento. Talvez fosse por causa do olhar dele, ou então daquele corpo largo, musculado, irresistível...talvez das duas coisas. Ao início trocámos olhares, cada um no seu canto. Admirava-o e só de pensar em tê-lo ficava sem fôlego. Também ele me admirava. Quando reparava, sentia um calafrio. Queria-o.
Numa altura da noite fizemos um brinde todos juntos e no meio da confusão lá acabei por ficar perto dele. -Olá! -Olá... Por um momento ficámos calados, só a sorrir um para o outro. Faltavam as palavras. Ele lá desbloqueou e falámos. Ficámos a falar a noite toda. Eu não conseguia tirar os olhos daquele corpo que chamava por mim. Sempre que surgia a oportunidade, tocava-lhe. Passava a mão por aqueles peitorais e aqueles braços irresistíveis...e ficava sem fôlego, sentindo um desejo cada vez mais forte. A química sentia-se e a conversa foi inevitavelmente dar ao sexo. Falei-lhe da minha grande necessidade e ele no meio da conversa confessou que mal me viu pensou logo em sexo. A conversa ficou sugestiva, os sorrisos maliciosos, os olhares prometedores.
Numa altura da noite fizemos um brinde todos juntos e no meio da confusão lá acabei por ficar perto dele. -Olá! -Olá... Por um momento ficámos calados, só a sorrir um para o outro. Faltavam as palavras. Ele lá desbloqueou e falámos. Ficámos a falar a noite toda. Eu não conseguia tirar os olhos daquele corpo que chamava por mim. Sempre que surgia a oportunidade, tocava-lhe. Passava a mão por aqueles peitorais e aqueles braços irresistíveis...e ficava sem fôlego, sentindo um desejo cada vez mais forte. A química sentia-se e a conversa foi inevitavelmente dar ao sexo. Falei-lhe da minha grande necessidade e ele no meio da conversa confessou que mal me viu pensou logo em sexo. A conversa ficou sugestiva, os sorrisos maliciosos, os olhares prometedores.
A certa altura ficámos calados a olhar um para o outro. Do nada, disse -Vai lá dizer às tuas amigas que vens embora comigo. Ri-me. Afastei-me, olhei-o, admirando-o, e mordi os lábios. -Vou embora contigo para onde? -Para já, para o meu carro. Depois, logo se vê... Abanei a cabeça e sorri. Ele agarrou-me pela cintura -Vai lá... Pousei as mãos nos ombros dele. Sorriu. -Não me toques...temos mesmo de sair daqui. O desejo era enlouquecedor.
Despedi-me das minhas amigas, ainda aproveitei para ir até ao wc ver se estava tudo em ordem e voltei para junto dele. -Vamos? -Vamos!
Ainda só tínhamos andado uns metros quando me puxou para ele e me beijou. Agarrava-me com força, com segurança. Um calor preenchia o meu corpo, o desejo queria ser saciado...eu queria-o...tanto! Encaminhou-me para a entrada de um prédio, uma reentrância. Continuámos a beijar-nos. Os beijos eram viciantes e a sensação das mãos dele no meu corpo e do corpo dele nas minhas mãos era arrebatadora. Ele passava as mãos pelo meu corpo, apertava-me as mamas, apalpava-me o cu, puxava-me para ele subindo as mãos pelas minhas costas e agarrava-me no pescoço, beijava-o, fazia-me estremecer, perder as forças...Comandava. E eu sentia aquelas mãos fortes em mim, o corpo musculado dele a tocar em mim e com as minhas mãos procurava sentir cada parte daquele tronco forte, daquelas costas largas, daqueles braços perfeitos, daqueles peitorais duros...O corpo dele deixava-me doida.
Numa das vezes que me beijou o pescoço, desceu. Estava a apalpar-me as mamas e desceu o meu pescoço e o meu peito com beijos até chegar a elas. Puxou o decote do top para baixo, o sutiã para o lado e com as minhas mamas soltas, chupou-as. Apertava-as com as mãos enquanto lambia e chupava as minhas mamas, encostando os dentes de vez em quando. Fazia-me ficar toda arrepiada e soltar um gemido ou outro, tentado controlar-me. Com uma mão percorria as costas dele, com a outra segurava-lhe na cabeça. Estava a sentir-me a perder o controlo. Com as duas mãos, puxei a cabeça dele para cima e beijei-o impetuosamente. Ele foi direto ao meu cu, apalpando-o enquanto me puxava para ele. Eu senti o peito dele encostado a mim e mais, senti a pila dele. Roçou-se em mim. Senti-a dura e ainda fiquei mais acelerada...queria vê-la, queria senti-la nas minhas mãos, queria senti-la na minha boca, queria senti-la em mim. Quanto eu desejava aquele homem...!
Desci a mão pelo corpo dele e apalpei-a. Estava mesmo dura. Parecia grossa e era comprida. A cabeça estava na zona do bolso e, encontrando-a sob esse tecido mais fino, massajei-a ligeiramente. Ele estava com uma mão a apalpar-me o cu e com a outra segurou o meu pescoço e beijou-o, mordiscou-o, lambeu-o, enquanto desceu a mão para a minha mama e a apalpou. Eu estremecia, agarrava o ombro dele e continuava a sentir a pila dele o melhor que conseguia. Também ele pôs o braço entre nós para chegar a mim. Encostou a mão ao gancho das calças e começou a mexê-la, a procurar tocar-me. Sentia-me sem ar, louca de desejo...
Os beijos estavam viciantes, incansáveis, envolventes, intensos. Não queria parar e ao mesmo tempo queria tanto mais. Pus as mãos no peito dele e afastei-o. -Então não íamos para o teu carro? -Sim, já vamos. De repente comecei a sentir os peitorais dele, os olhos fugiram para lá e tive de respirar fundo. Riu-se. -Estás bem? -Estou...cheia de vontade... -Vontade...? -Sim, vontade de ter tudo isto, de te ter. -Hmm...queres tudo? -Quero...quero-te. Sorriu. Deu-me um beijo de tirar a respiração enquanto me segurava contra ele. Deixei-me levar naquele beijo, passei as mãos pelas costas dele e puxei-o também para mim. Parou. Olhou-me nos olhos. -Também eu te quero...toda. Sorri. -Aqui? -Não, vamos para o meu carro.
(...)
Despedi-me das minhas amigas, ainda aproveitei para ir até ao wc ver se estava tudo em ordem e voltei para junto dele. -Vamos? -Vamos!
Ainda só tínhamos andado uns metros quando me puxou para ele e me beijou. Agarrava-me com força, com segurança. Um calor preenchia o meu corpo, o desejo queria ser saciado...eu queria-o...tanto! Encaminhou-me para a entrada de um prédio, uma reentrância. Continuámos a beijar-nos. Os beijos eram viciantes e a sensação das mãos dele no meu corpo e do corpo dele nas minhas mãos era arrebatadora. Ele passava as mãos pelo meu corpo, apertava-me as mamas, apalpava-me o cu, puxava-me para ele subindo as mãos pelas minhas costas e agarrava-me no pescoço, beijava-o, fazia-me estremecer, perder as forças...Comandava. E eu sentia aquelas mãos fortes em mim, o corpo musculado dele a tocar em mim e com as minhas mãos procurava sentir cada parte daquele tronco forte, daquelas costas largas, daqueles braços perfeitos, daqueles peitorais duros...O corpo dele deixava-me doida.
Numa das vezes que me beijou o pescoço, desceu. Estava a apalpar-me as mamas e desceu o meu pescoço e o meu peito com beijos até chegar a elas. Puxou o decote do top para baixo, o sutiã para o lado e com as minhas mamas soltas, chupou-as. Apertava-as com as mãos enquanto lambia e chupava as minhas mamas, encostando os dentes de vez em quando. Fazia-me ficar toda arrepiada e soltar um gemido ou outro, tentado controlar-me. Com uma mão percorria as costas dele, com a outra segurava-lhe na cabeça. Estava a sentir-me a perder o controlo. Com as duas mãos, puxei a cabeça dele para cima e beijei-o impetuosamente. Ele foi direto ao meu cu, apalpando-o enquanto me puxava para ele. Eu senti o peito dele encostado a mim e mais, senti a pila dele. Roçou-se em mim. Senti-a dura e ainda fiquei mais acelerada...queria vê-la, queria senti-la nas minhas mãos, queria senti-la na minha boca, queria senti-la em mim. Quanto eu desejava aquele homem...!
Desci a mão pelo corpo dele e apalpei-a. Estava mesmo dura. Parecia grossa e era comprida. A cabeça estava na zona do bolso e, encontrando-a sob esse tecido mais fino, massajei-a ligeiramente. Ele estava com uma mão a apalpar-me o cu e com a outra segurou o meu pescoço e beijou-o, mordiscou-o, lambeu-o, enquanto desceu a mão para a minha mama e a apalpou. Eu estremecia, agarrava o ombro dele e continuava a sentir a pila dele o melhor que conseguia. Também ele pôs o braço entre nós para chegar a mim. Encostou a mão ao gancho das calças e começou a mexê-la, a procurar tocar-me. Sentia-me sem ar, louca de desejo...
Os beijos estavam viciantes, incansáveis, envolventes, intensos. Não queria parar e ao mesmo tempo queria tanto mais. Pus as mãos no peito dele e afastei-o. -Então não íamos para o teu carro? -Sim, já vamos. De repente comecei a sentir os peitorais dele, os olhos fugiram para lá e tive de respirar fundo. Riu-se. -Estás bem? -Estou...cheia de vontade... -Vontade...? -Sim, vontade de ter tudo isto, de te ter. -Hmm...queres tudo? -Quero...quero-te. Sorriu. Deu-me um beijo de tirar a respiração enquanto me segurava contra ele. Deixei-me levar naquele beijo, passei as mãos pelas costas dele e puxei-o também para mim. Parou. Olhou-me nos olhos. -Também eu te quero...toda. Sorri. -Aqui? -Não, vamos para o meu carro.
(...)
sábado, 19 de maio de 2012
Um bom amigo de infância II
Quando fomos para a faculdade afastámo-nos, raramente estávamos juntos e então mantinhamos o contato mais por mensagens e messenger. Durante um tempo estivemos os dois comprometidos e entretanto perdemos a virgindade. No momento em que nos vimos solteiros, as nossas conversas tornaram-se mais intensas. Trocávamos mensagens a descrever o que tínhamos vestido, como o tirávamos, o que nos esperava por baixo da roupa, o que queríamos fazer, como o queríamos fazer...e tocávamo-nos enquanto falávamos um com o outro. Sempre que calhava de nos encontrarmos com os restantes amigos, trocávamos olhares cúmplices, voltávamos às bocas do costume. O que os outros não sabiam era que desta vez estávamos mesmo dispostos a fazer as coisas acontecerem.
Um dia, depois de trocarmos umas mensagens mais quentes, ele disse que estava sozinho em casa essa noite e sugeriu que eu fosse até lá "mostrar do que realmente era capaz". Quando recebi a mensagem dele a dizer isto, fiquei imediatamente nervosa, mas acabei por ceder. Não queria perder a oportunidade, o desejo falava mais alto.
Ao final da tarde tomei um bom banho, certifiquei-me de que estava perfeitamente apresentável e escolhi a lingerie. Para ele era vermelha. Umas cuequinhas asa delta de renda e o soutien a condizer. Por cima, uma camisola fina, umas calças justinhas e umas botas de tacão alto. Mal consegui comer ao jantar de tão ansiosa que estava. Mais ao final da noite recebi uma mensagem dele a perguntar se sempre ia lá ter. "Estou só à espera que digas quando..." - "Por mim já cá estavas...vem!" Fui.
Cheguei e toquei à campainha. Ele veio-me abrir o portão com os olhos a brilhar e um sorriso estampado na cara. Também eu estava assim...a ansiedade era muita. Aquela noite já tinha sido imaginada pelos dois tantas vezes...! Seguimos até à porta de casa. Mal fechou a porta, encostei as mãos ao peito dele e perguntei "Então, é hoje que vamos finalmente por tudo em prática?" - "Mal posso esperar!" Agarrou-me pelo rabo para junto dele e beijou-me intensamente. As mãos dele agarravam o meu cu como se nunca tivessem sentido um na vida e puxavam-me para ele. Os beijos eram envolventes, ele agarrava-me, eu agarrava-o, as nossas respirações já começavam a ser ofegantes e mal tínhamos começado. A vontade era imensa...
Começou a encaminhar-me para a sala. Chegados lá, tirou-me a camisola. Agarrou nas minhas mamas e aterrou com a cara nelas. Afastou o soutien e chupou-as uma a uma, lambeu os meus mamilos até ficarem duríssimos e depois mordiscou-os levemente...fez-se sentir. Entretanto olhava para mim, sorria e perguntava "Gostas?" Eu sorria, deixava-me levar pelas sensações que ele me provocava, os arrepios, os calores,...e agarrava na cabeça dele para que continuasse e soubesse que sim, gostava...
Virou-me de costas para ele e encostou o meu cu a ele, fazendo-me sentir aquele pau a endurecer dentro das calças. Desapertou as minhas calças, meteu a mão por dentro das cuequinhas e começou a masturbar-me. Eu mexia o meu cu contra a pila dele numa luta inquietante, enquanto me contorcia com o prazer que ele me ia dando. Beijava-me o pescoço e mordia-me o lóbulo da orelha, arrepiando-me e intensificando as sensações. "É assim que gostas?" - "É...assim gosto muito..." Baixou-me as calças e agarrou no meu cu, apreciando-o. Apalpou-o e deu-lhe uma palmadinha. Depois voltou a puxar-me para ele. Eu não o deixei encostar-me completamente porque entretanto já estava a abrir as calças dele. Estava de costas, mas quando segurei na pila dele não resisti a virar-me para a ver, para a admirar. Baixei as calças e os boxers dele e comecei a bater-lhe uma. Ele rapidamente me virou de costas. "Ainda não acabei..." Voltou a masturbar-me. Massajava-me o clitóris devagarinho, fazendo com que eu desejasse mais. Eu voltei a pegar na pila dele de costas e continuei a bater. Ia sentindo-a a tocar no meu cu e adorava a sensação. Ele começou a acelerar-me. Eu acompanhava o ritmo com a pila dele, contorcia-me roçando-me nele, beijava-o, mordia-o, desejava-o. Imaginava e ansiava aquele pau dentro de mim...Agarrou-me numa mama e apertou o mamilo. Quase instantaneamente, vim-me. Ele virou a minha cara para ele para ver a minha expressão. Sorriu satisfeito. Sorri. Acelerei a punheta. Beijou-me. Meteu um dedo dentro de mim. Logo de seguida, meteu dois, já estava bem molhadinha...O desejo crescia a cada investida dele...
Mostrou-me um preservativo. "Metes com a boca?" - "Hum-hum." - "Quero ver." Ajoelhei-me. Abri-o, meti-o na cabeça e acompanhei-o com a minha boca devagarinho até ao final da pila enquanto segurava nela com uma mão. Olhei para ele, os olhos dele brilhavam. "É só isso que fazes?" Só abanei ligeiramente a cabeça, sem tirar a pila da boca. Apertei os lábios para o sentir melhor e comecei a chupá-lo. Era um alívio sentir a pila dele a preencher a minha boca. Ia chupando-a até ao fim, acelerando o ritmo pouco a pouco. De vez em quando olhava para ele, queria vê-lo a admirar o trabalho da minha boca. Com a mão livre comecei a acariciar-lhe os tomates. Tirei a pila da minha boca e lambia com força, deixei-a bater na minha língua. Depois lambi os tomates dele e chupei-os levemente. Ele puxou-me os cabelos para trás e apreciou a vista. Olhei para ele. Estava a olhar para o que eu estava a fazer perfeitamente envolvido. Voltei para a pila e metia toda dentro da minha boca. Ele agarrou-me nos cabelos comandando-me e fez o ritmo enquanto eu o chupava com gosto. Ouvia a respiração dele ofegante e um gemido ou outro que deixava fugir e ainda tinha mais vontade de lhe dar prazer.
Tirou a pila da minha boca. "Quero-te já". Puxou-me para ele e beijou-me. Tirou o meu sutiã e chupou-me as mamas. Arrepiei-me toda. Agarrei-o. Também eu o queria...tanto! Virou-me de costas para ele e inclinou-me. Apoiei-me no braço do sofá e empinei-me para ele. Agarrou-me no cu. Apontou a pila dele para mim. Sentia-me a ficar mais molhadinha só de a sentir a tocar-me. Entrou. Um calor percorreu o meu corpo todo...tinha finalmente o caralho dele dentro de mim. Começou devagar mas profundamente, com trancadas fortes. O meu corpo reagia a cada uma com contrações, contorções e gemidos. Ele agarrava no meu cu e apalpava-o, sentia-o. À primeira aceleração senti o prazer a crescer, empinei-me mais, fui eu contra ele,...desejava-o tanto... Não foi preciso acelerar muito para que eu atingisse o clímax. Um orgasmo forte e longo tomou conta de mim, fez-se sentir por todo o meu corpo com arrepios, calores, explosões. Mal conseguia manter os olhos abertos, mas olhei para ele. Queria que visse o que tinha causado. "Queres mais?" - "Quero..." Passou a foder-me mais rápido. Agarrava e puxava o meu cu para ele. Entrava e saía de dentro de mim com força. Eu estava à disposição dele. Contorcia-me, senti-o, gemia, e tinha tanto prazer...vinha-me vezes sem conta, deixava-me tomar por ele. Pela pila dele que entrava e saía como queria, que se oferecia toda no seu esplendor para me dar prazer. Pelas mãos dele que tratavam do meu cu, que vinham apalpar as minhas mamas, puxar os meus mamilos, que voltavam a descer e brincavam com o meu clitóris até que eu me voltasse a vir. Pelo olhar dele que brilhava, que desafiava, que seduzia, que não largava o meu corpo. Pelas palavras que soltava, atiçando-me, fazendo-me desejá-lo mais. Entregava-me a ele. Empinava o meu cu, que se mexia engolindo a pila dele, que dançava para ele. Olhava para ele para que me visse a ter todo aquele prazer. Respondia às provocações tanto quanto conseguia. E gemia... Ele fodia-me com tudo o que tinha sem cessar.
Pegou no meu cabelo e puxou-me até à boca dele. Susurrou-me "Ainda te quero foder muito. Aguentas?" - "Aguento tudo o que me quiseres dar..." Mordeu-me o pescoço. Arrepiei-me toda. Tirei-o de dentro de mim e empurrei-o para o sofá. Caiu sentado. Tirei o resto de roupa que ainda tinha e ajoelhei-me de frente em cima dele. Meti a pila dele dentro de mim devagarinho. "Também quero foder-te." - "Acho bem...mas depois voltas para mim, que eu ainda te quero partir toda." Beijei-o. Comecei a mexer-me em círculos. Ele pôs as mãos no meu cu e acompanhou o movimento. Mordi-lhe o lóbulo da orelha e comecei a mordiscar-lhe o pescoço. Ouvia-o a gemer bem baixinho. Acelerei os movimentos. Ele agarrou o meu cu com mais força e a respiração dele tornou-se mais ofegante. A minha também. Ele começou a mordiscar-me o pescoço. Estava a senti-lo a tocar-me em todos os pontos lá dentro. Não conseguia parar. O calor estava a subir, o prazer a chegar...vim-me. Abrandei. Ainda com contrações do orgasmo, apoiei uma mão num ombro dele e a outra num joelho e comecei a mexer-me para a frente e para trás. Ele agarrou-me nas mamas e começou a brincar com os meus mamilos. Eu ia-me contorcendo à medida que sentia sensações agudas provocadas pelas mãos dele associadas às intensas provocadas pela foda. Ondas de calor e arrepios percorriam o meu corpo. Gemia de prazer, tanto prazer... Via-o a contorcer-se também, a olhar para mim, a morder o lábio. Apoiei-me só nos joelhos dele. Ele desceu a mão para o meu clitóris. O acréscimo do prazer dele a massajar-me o clitóris levou-me a loucura, não resisti muito tempo. Voltei a vir-me, a contorcer-me, gritei. Encostei-me a ele e acelerei. Queria fodê-lo, queria vê-lo louco. As mãos dele voltaram a acompanhar os movimentos do meu cu. Beijámo-nos. As nossas respirações estavam ofegantes, os nossos gemidos não resistiam a sair, os nossos olhares cheios de prazer cruzavam-se, as nossas mãos sentiam-nos, os nossos corpos não se largavam. Eu não parava, mantinha o ritmo rápido, vinha-me e continuava, sentindo o prazer do orgasmo e o prazer da foda ao mesmo tempo. Não queria parar, queria foder. Ouvi-o "Ai...assim não consigo aguentar...!" - "Então poupo esta?...Ou damos outra a seguir?" Lambi e mordi-lhe o lóbulo da orelha. "Damos outras a seguir..." Agarrou no meu cu com toda a força e puxou-o para ele, veio contra mim, fodemos um contra o outro, num ritmo desenfreado. Eu agarrava-me às costas dele e tentava continuar a mordiscar-lhe o pescoço. O prazer era enorme, a foda era intensa, o calor constante, os gemidos descontrolados...Veio-se. Vim-me com ele.
Deitámo-nos. Ficámos nus no sofá a beijarmo-nos com os corpos junto um do outro. As mãos iam percorrendo os corpos quentes. As sensações estavam à flor da pele. Não demorou muito até ele se recuperar e voltarmos a foder. Ainda fodemos mais duas longas vezes essa noite. Todas intensas, loucas, entregues. A promessa dele foi cumprida, partiu-me toda. O prazer foi imenso e acabei a noite plenamente satisfeita.
Entretanto ele começou a namorar e não voltámos a repetir. Mas mantemos o contato, a amizade e as brincadeiras continuam..."Ai quando eu estiver solteiro...! Vai ser até não aguentares mais!" Vamos lá ver...
Um dia, depois de trocarmos umas mensagens mais quentes, ele disse que estava sozinho em casa essa noite e sugeriu que eu fosse até lá "mostrar do que realmente era capaz". Quando recebi a mensagem dele a dizer isto, fiquei imediatamente nervosa, mas acabei por ceder. Não queria perder a oportunidade, o desejo falava mais alto.
Ao final da tarde tomei um bom banho, certifiquei-me de que estava perfeitamente apresentável e escolhi a lingerie. Para ele era vermelha. Umas cuequinhas asa delta de renda e o soutien a condizer. Por cima, uma camisola fina, umas calças justinhas e umas botas de tacão alto. Mal consegui comer ao jantar de tão ansiosa que estava. Mais ao final da noite recebi uma mensagem dele a perguntar se sempre ia lá ter. "Estou só à espera que digas quando..." - "Por mim já cá estavas...vem!" Fui.
Cheguei e toquei à campainha. Ele veio-me abrir o portão com os olhos a brilhar e um sorriso estampado na cara. Também eu estava assim...a ansiedade era muita. Aquela noite já tinha sido imaginada pelos dois tantas vezes...! Seguimos até à porta de casa. Mal fechou a porta, encostei as mãos ao peito dele e perguntei "Então, é hoje que vamos finalmente por tudo em prática?" - "Mal posso esperar!" Agarrou-me pelo rabo para junto dele e beijou-me intensamente. As mãos dele agarravam o meu cu como se nunca tivessem sentido um na vida e puxavam-me para ele. Os beijos eram envolventes, ele agarrava-me, eu agarrava-o, as nossas respirações já começavam a ser ofegantes e mal tínhamos começado. A vontade era imensa...
Começou a encaminhar-me para a sala. Chegados lá, tirou-me a camisola. Agarrou nas minhas mamas e aterrou com a cara nelas. Afastou o soutien e chupou-as uma a uma, lambeu os meus mamilos até ficarem duríssimos e depois mordiscou-os levemente...fez-se sentir. Entretanto olhava para mim, sorria e perguntava "Gostas?" Eu sorria, deixava-me levar pelas sensações que ele me provocava, os arrepios, os calores,...e agarrava na cabeça dele para que continuasse e soubesse que sim, gostava...
Virou-me de costas para ele e encostou o meu cu a ele, fazendo-me sentir aquele pau a endurecer dentro das calças. Desapertou as minhas calças, meteu a mão por dentro das cuequinhas e começou a masturbar-me. Eu mexia o meu cu contra a pila dele numa luta inquietante, enquanto me contorcia com o prazer que ele me ia dando. Beijava-me o pescoço e mordia-me o lóbulo da orelha, arrepiando-me e intensificando as sensações. "É assim que gostas?" - "É...assim gosto muito..." Baixou-me as calças e agarrou no meu cu, apreciando-o. Apalpou-o e deu-lhe uma palmadinha. Depois voltou a puxar-me para ele. Eu não o deixei encostar-me completamente porque entretanto já estava a abrir as calças dele. Estava de costas, mas quando segurei na pila dele não resisti a virar-me para a ver, para a admirar. Baixei as calças e os boxers dele e comecei a bater-lhe uma. Ele rapidamente me virou de costas. "Ainda não acabei..." Voltou a masturbar-me. Massajava-me o clitóris devagarinho, fazendo com que eu desejasse mais. Eu voltei a pegar na pila dele de costas e continuei a bater. Ia sentindo-a a tocar no meu cu e adorava a sensação. Ele começou a acelerar-me. Eu acompanhava o ritmo com a pila dele, contorcia-me roçando-me nele, beijava-o, mordia-o, desejava-o. Imaginava e ansiava aquele pau dentro de mim...Agarrou-me numa mama e apertou o mamilo. Quase instantaneamente, vim-me. Ele virou a minha cara para ele para ver a minha expressão. Sorriu satisfeito. Sorri. Acelerei a punheta. Beijou-me. Meteu um dedo dentro de mim. Logo de seguida, meteu dois, já estava bem molhadinha...O desejo crescia a cada investida dele...
Mostrou-me um preservativo. "Metes com a boca?" - "Hum-hum." - "Quero ver." Ajoelhei-me. Abri-o, meti-o na cabeça e acompanhei-o com a minha boca devagarinho até ao final da pila enquanto segurava nela com uma mão. Olhei para ele, os olhos dele brilhavam. "É só isso que fazes?" Só abanei ligeiramente a cabeça, sem tirar a pila da boca. Apertei os lábios para o sentir melhor e comecei a chupá-lo. Era um alívio sentir a pila dele a preencher a minha boca. Ia chupando-a até ao fim, acelerando o ritmo pouco a pouco. De vez em quando olhava para ele, queria vê-lo a admirar o trabalho da minha boca. Com a mão livre comecei a acariciar-lhe os tomates. Tirei a pila da minha boca e lambia com força, deixei-a bater na minha língua. Depois lambi os tomates dele e chupei-os levemente. Ele puxou-me os cabelos para trás e apreciou a vista. Olhei para ele. Estava a olhar para o que eu estava a fazer perfeitamente envolvido. Voltei para a pila e metia toda dentro da minha boca. Ele agarrou-me nos cabelos comandando-me e fez o ritmo enquanto eu o chupava com gosto. Ouvia a respiração dele ofegante e um gemido ou outro que deixava fugir e ainda tinha mais vontade de lhe dar prazer.
Tirou a pila da minha boca. "Quero-te já". Puxou-me para ele e beijou-me. Tirou o meu sutiã e chupou-me as mamas. Arrepiei-me toda. Agarrei-o. Também eu o queria...tanto! Virou-me de costas para ele e inclinou-me. Apoiei-me no braço do sofá e empinei-me para ele. Agarrou-me no cu. Apontou a pila dele para mim. Sentia-me a ficar mais molhadinha só de a sentir a tocar-me. Entrou. Um calor percorreu o meu corpo todo...tinha finalmente o caralho dele dentro de mim. Começou devagar mas profundamente, com trancadas fortes. O meu corpo reagia a cada uma com contrações, contorções e gemidos. Ele agarrava no meu cu e apalpava-o, sentia-o. À primeira aceleração senti o prazer a crescer, empinei-me mais, fui eu contra ele,...desejava-o tanto... Não foi preciso acelerar muito para que eu atingisse o clímax. Um orgasmo forte e longo tomou conta de mim, fez-se sentir por todo o meu corpo com arrepios, calores, explosões. Mal conseguia manter os olhos abertos, mas olhei para ele. Queria que visse o que tinha causado. "Queres mais?" - "Quero..." Passou a foder-me mais rápido. Agarrava e puxava o meu cu para ele. Entrava e saía de dentro de mim com força. Eu estava à disposição dele. Contorcia-me, senti-o, gemia, e tinha tanto prazer...vinha-me vezes sem conta, deixava-me tomar por ele. Pela pila dele que entrava e saía como queria, que se oferecia toda no seu esplendor para me dar prazer. Pelas mãos dele que tratavam do meu cu, que vinham apalpar as minhas mamas, puxar os meus mamilos, que voltavam a descer e brincavam com o meu clitóris até que eu me voltasse a vir. Pelo olhar dele que brilhava, que desafiava, que seduzia, que não largava o meu corpo. Pelas palavras que soltava, atiçando-me, fazendo-me desejá-lo mais. Entregava-me a ele. Empinava o meu cu, que se mexia engolindo a pila dele, que dançava para ele. Olhava para ele para que me visse a ter todo aquele prazer. Respondia às provocações tanto quanto conseguia. E gemia... Ele fodia-me com tudo o que tinha sem cessar.
Pegou no meu cabelo e puxou-me até à boca dele. Susurrou-me "Ainda te quero foder muito. Aguentas?" - "Aguento tudo o que me quiseres dar..." Mordeu-me o pescoço. Arrepiei-me toda. Tirei-o de dentro de mim e empurrei-o para o sofá. Caiu sentado. Tirei o resto de roupa que ainda tinha e ajoelhei-me de frente em cima dele. Meti a pila dele dentro de mim devagarinho. "Também quero foder-te." - "Acho bem...mas depois voltas para mim, que eu ainda te quero partir toda." Beijei-o. Comecei a mexer-me em círculos. Ele pôs as mãos no meu cu e acompanhou o movimento. Mordi-lhe o lóbulo da orelha e comecei a mordiscar-lhe o pescoço. Ouvia-o a gemer bem baixinho. Acelerei os movimentos. Ele agarrou o meu cu com mais força e a respiração dele tornou-se mais ofegante. A minha também. Ele começou a mordiscar-me o pescoço. Estava a senti-lo a tocar-me em todos os pontos lá dentro. Não conseguia parar. O calor estava a subir, o prazer a chegar...vim-me. Abrandei. Ainda com contrações do orgasmo, apoiei uma mão num ombro dele e a outra num joelho e comecei a mexer-me para a frente e para trás. Ele agarrou-me nas mamas e começou a brincar com os meus mamilos. Eu ia-me contorcendo à medida que sentia sensações agudas provocadas pelas mãos dele associadas às intensas provocadas pela foda. Ondas de calor e arrepios percorriam o meu corpo. Gemia de prazer, tanto prazer... Via-o a contorcer-se também, a olhar para mim, a morder o lábio. Apoiei-me só nos joelhos dele. Ele desceu a mão para o meu clitóris. O acréscimo do prazer dele a massajar-me o clitóris levou-me a loucura, não resisti muito tempo. Voltei a vir-me, a contorcer-me, gritei. Encostei-me a ele e acelerei. Queria fodê-lo, queria vê-lo louco. As mãos dele voltaram a acompanhar os movimentos do meu cu. Beijámo-nos. As nossas respirações estavam ofegantes, os nossos gemidos não resistiam a sair, os nossos olhares cheios de prazer cruzavam-se, as nossas mãos sentiam-nos, os nossos corpos não se largavam. Eu não parava, mantinha o ritmo rápido, vinha-me e continuava, sentindo o prazer do orgasmo e o prazer da foda ao mesmo tempo. Não queria parar, queria foder. Ouvi-o "Ai...assim não consigo aguentar...!" - "Então poupo esta?...Ou damos outra a seguir?" Lambi e mordi-lhe o lóbulo da orelha. "Damos outras a seguir..." Agarrou no meu cu com toda a força e puxou-o para ele, veio contra mim, fodemos um contra o outro, num ritmo desenfreado. Eu agarrava-me às costas dele e tentava continuar a mordiscar-lhe o pescoço. O prazer era enorme, a foda era intensa, o calor constante, os gemidos descontrolados...Veio-se. Vim-me com ele.
Deitámo-nos. Ficámos nus no sofá a beijarmo-nos com os corpos junto um do outro. As mãos iam percorrendo os corpos quentes. As sensações estavam à flor da pele. Não demorou muito até ele se recuperar e voltarmos a foder. Ainda fodemos mais duas longas vezes essa noite. Todas intensas, loucas, entregues. A promessa dele foi cumprida, partiu-me toda. O prazer foi imenso e acabei a noite plenamente satisfeita.
Entretanto ele começou a namorar e não voltámos a repetir. Mas mantemos o contato, a amizade e as brincadeiras continuam..."Ai quando eu estiver solteiro...! Vai ser até não aguentares mais!" Vamos lá ver...
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