domingo, 18 de março de 2012

Um bom Carnaval III

(...)

Eu ainda estava quente, ainda estava acelerada e de vez em quando tinha de respirar fundo. Ele reparava e sorria cheio de orgulho. Entrámos no prédio e subimos de elevador. Dentro do elevador, puxou o meu corpo para junto do dele e beijou-me profundamente. Agarrei-o enquanto sentia uma onda de calor a percorrer o meu corpo. Sussurrou-me ao ouvido: "Não quero que arrefeças!" - "Acho que não precisas de te preocupar com isso..." Sorriu. Chegámos.
Entrámos no apartamento e ele pediu-me um copo de água. Deixei-o na sala e fui ao wc recompôr-me. Ao ver-me ao espelho lembrei-me do início da noite, de como me tinha sentido tão sexual, e sorri, estava a ter uma noite bem melhor do que o esperado. Quando voltei para a sala, ele estava sentado no sofá. Chamou-me para junto dele. Sentei-me em cima dele e foi-me abrindo a camisa enquanto nos beijávamos. Foi rapidamente com as mãos à procura das minhas mamas, soltou-as do soutien e começou a chupá-las. Eu segurava-lhe na cabeça e admirava-o a deliciar-se com as minhas mamas enquanto sentia o desejo a crescer. Já estava de tronco nu e pu-lo também a ele assim. Pôs as mãos nas minhas costas e puxou-me para ele enquanto nos beijávamos. Sentia os meus biquinhos a raspar no peito dele, que emanava calor e isso fazia-me arrepiar. Subiu as minhas pernas com as mãos dele e apalpou-me firmemente o cu. Deslizou uma das mãos mais além e meteu-me dois dedos. Sorriu surpreendido por não ter encontrado um obstáculo. "Supus que não valesse a pena deixar as cuequinhas...!" - "Supuseste bem." Eu ainda estava molhadinha, ou já estava, nem sei bem. Eram desejos e prazeres contínuos que me deixavam em êxtase. Desapertei-lhe as calças e tirei a pila dele para fora, já dura, já pronta para outra. Só de a ver, de a sentir, de prever tudo aquilo que me podia dar, fiquei sem fôlego. Ele continuava a meter os dedos dentro de mim, eu batia-lhe uma, beijávamo-nos, mordíamo-nos...não havia razão para adiar.
Ansiosa, baixei as calças dele tanto quanto podia e sentei-me em cima da pila dele. Fi-lo devagar, sentindo aquele caralho a entrar todinho. Arrepios percorreram o meu corpo todo. Fiz o meu cu saltar em cima dele, enquanto sentia a pila dele a preencher-me. Ele agarrava-me no cu com força. Eu acelerava e já sentia o prazer a chegar. Agarrei-o e soltei um grito de prazer. Abrandei. Ele agarrou-me nas mamas e apertou os mamilos. Contraí-me a sentir outra onda de prazer pelo meu corpo todo. Apoiei as mãos nos joelhos dele, inclinando-me para que visse o meu corpo todo. Estava cheia de desejo, gemia à vontade e olhava-o nos olhos. Acelerei. Sentia melhor a pila dele contra uma das minhas paredes, parecendo que ia rebentar. Sabia tão bem... Vendo que já estava encaminhada, beliscou-me os mamilos em tom de desafio. Pus a minha mão em cima de uma dele a pedir-lhe que não parasse. Mexi-me o mais rápido que podia e tive um orgasmo. Um daqueles que corre o corpo todo e ainda sobra para sair. Tentei manter o meu olhar no dele, para que pudesse ver o que me fazia. Sorriu e começou a massajar-me o clitóris. Sorri desarmada. O meu corpo não resistiu. Contorci-me e vim-me novamente. Continuei a fodê-lo assim, ele continuou a tocar no meu clitóris e a certa altura perdi a força nos braços. Voltei para junto dele, a saltar agarrando-me ao caralho. Ele chupou-me as mamas, agarrou-me o cu, percorreu o meu corpo com as mãos dele enquanto nos fodíamos. Eu sentia-o, mordia-o, agarrava-o e desejava-o cada vez mais.
Depois de um orgasmo que me voltou a deixar rendida, disse-me "Deixa-me foder-te por trás...quero ver-te melhor de costas, conhecer esse cuzinho..." Sabe sempre bem quando pedem com jeitinho... Levantámo-nos. Ele livrou-se do resto da roupa e eu tirei a saia, ficando só de meias e botas. Virei-me de costas. Ele encostou a pila dele ao meu cu. Pôs as mãos nas minhas mamas e puxou-me para ele, dando-me depois um beijo. Desceu as mãos até ao meu cu e passou-as por ele, como que apreciando. Deu uma palmada e agarrou-o. Sorri e empinei mais o cu. Com uma mão empurrou as minhas costas e eu apoiei-me nas costas do sofá. Ia sentindo a pila dele a tocar-me, a raspar em mim e esperava ansiosa por que ela entrasse. Mas ele continuava a apreciar o meu cu: a acariciá-lo, a agarrá-lo, a dar-lhe palmadas. Meteu o polegar na minha cona para o molhar e levou-o acima ao buraquinho do cu, massajando-o. Percebi a demora. A pila dele continuava a raspar em mim e eu já estava molhadíssima. Empurrei o meu cu contra ele e olhei para trás, desesperada de desejo. "Entra, por favor..." Devagar, meteu o polegar no meu cu. Eu arregalei os olhos, não era ali que estava à espera que ele entrasse primeiro. Gostei...e ainda o quis mais. Mexeu a pila para que roçasse no meu clitóris e continuou a meter o dedo no meu cu. Queria-o muito dentro de mim e aquela estimulação toda deixou-me louca. Só parou quando me fez vir.
Finalmente, senti a pila dele à porta e empurrei o meu cu contra ele para que entrasse. Ele fez força para a meter todinha e continuou a mexer o dedo dentro de mim. Vim-me. Era um alívio tê-lo de volta. Tirou o dedo, agarrou-me no cu com força e começou a foder-me rápida e profundamente. Não aguentei muito até me vir outra vez. Ele continuava e eu não deixava de sentir ondas de calor pelo meu corpo todo, arrepios, prazer. Contorcia-me, empurrava-me contra ele, gemia, gritava,...sentia-o completo dentro de mim, as mãos dele a agarrar-me possessivamente e uma palmada ou outra de vez em quando que me excitavam mais e faziam-me empinar o cu para ele. Estava num estado de prazer tremendo. Ele voltou a molhar o dedo e a metê-lo no meu cu. Vim-me pouco depois. Começou a mexê-lo enquanto me fodia. Eu já não sabia de onde vinha o prazer, mas sentia-o completamente, sem resistência. A certa altura abrandou, tirou tudo de dentro de mim e passou a pila entre as minhas nádegas. Apertou-as com o caralho entre elas. Eu senti-o a molhar-me toda. Ainda apontou para o meu cu, mas não conseguia entrar. Voltou a entrar dentro de mim e começou a dar pancadas secas e profundas, fazendo com que eu o sentisse inteiro e me contraísse a cada uma. Passou os dedos no meu buraquinho e meteu dois. Eu soltei um gemido alto e contorci-me. Um arrepio percorreu as minhas costas. Acelerou a foda e continuou a meter os dedos. O prazer que a pila dele me dava já era ótimo, então associado aos dedos dele a foderem-me o cu, deixava-me doida. Reparava que tinha o buraquinho apertado, mas senti-lo a preencher-mo dava-me um gozo extraordinário. Eu já estava mais do que em êxtase. Não parava de me vir, estava louca de prazer. Agarrava-me ao sofá, contorcia-me, metia dedos à boca,...já não sabia o que fazer. Era tanto, tanto prazer...
De repente, tirou os dedos do meu cu, agarrou-o e fodeu-me desesperadamente. Puxou-me os cabelos fazendo com que me aproximasse dele e virasse a cabeça e beijou-me. Deu-me uma palmada forte no cu e empurrou-me de volta para o sofá. Eu caí com as mãos no assento e fiquei mais inclinada que antes. Empinei o cu. Ele agarrou-o com força e continuou a acelerar. Eu vinha-me continuamente, gritava, agarrava-me, delirava. Depois de umas trancadas mais rápidas, tirou o caralho e veio-se para cima do meu cu. Sentir o leite quente dele a cair em mim e a escorrer soube mesmo bem.
Quando acabámos já era de manhã e ele foi andando. Foi um Carnaval e uma companhia para não esquecer...sem dúvida memorável, prazeroso, excecional.

10 comentários:

  1. Dizem que o melhor carnaval é passado no Rio!! Eu diria mais....no Rio, mas com a tua companhia! ;)

    MuAh

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  2. Deliciaaaa..se no segundo eu fiquei molhadinha agora com esse me acabei rsrs...espero por muitos outros.

    Estou indicando a leitura desse conto lá em meu blog, tenho que dividir esse tesão com os amigos.

    Beijos suculentos!

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  3. ConnectH,

    :)
    De certeza que a loucura do Carnaval, o calor do Rio e eu nos daríamos muuuito bem...e daí sairiam tantas histórias...

    Beijo *

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  4. Anita,

    Que bom ter conseguido um bom final...
    E todos os outros esperarão por ti e por te deixar sempre molhadinha ;)

    Obrigada pela partilha! :)

    Beijos *

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  5. Parabéns um optimo final para um carnaval sempre a partir, continua que cá estarei para ler todos os teus contos.

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  6. vatsya,

    Obrigada!
    Ainda bem, ainda tenho muitos por contar ;)

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    1. Cá estarei para os ler e se um dia a sorte vier para o meu lado interagir contigo num destes sonhos libidinosos.

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    2. quem sabe, talvez um dia me encontres...

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  7. Gadreel,

    Aproveito sempre muito bem as minhas experiências...fico com muito para contar, para lembrar, para imaginar,... *

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